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Animais transgénicos

rato

A 2 de junho de 1989, biólogos italianos, tornaram público um novo mecanismo para criar animais transgénicos em laboratório. Os animais utilizados nestas experiências foram os camundongos.

Os camundongos atualmente utilizados em experimentações são oriundos dos ratos domésticos que, durante muito tempo, vêm compartilhando com o homem suas casas, seus alimentos e suas enfermidades. O camundongo é membro da classe Mammalia, ordem Rodentia, família Muridae, género Mus, espécie Mus musculus. Este animal foi utilizado pelo facto de ser pequeno, muito prolífero, ter período de gestação curto, ser de fácil domesticação e manutenção.

Um animal transgénico é geneticamente modificado e contém material genético adicional ou alterado. O objetivo das alterações, que são feitas com recursos da biotecnologia ou biologia molecular, é dar ao animal uma nova característica.

Os defensores da engenharia genética tendem a promover esta técnica como a solução para problemas tão diversos como fome, crime, mudança climática e doenças como o cancro.

Outros, no entanto, preocupam-se com o impacte que animais transgénicos possam ter sobre alimentos, saúde, agricultura, meio ambiente e sociedade.

As experiências com animais têm contribuído para a descoberta da insulina e de outras moléculas, o desenvolvimento de vacinas contra diversas doenças e a produção de soros.

Quaisquer que sejam os benefícios trazidos pelas experiências, a ideia de que milhões de animais (transgénicos ou não) estejam, nesse momento, sofrendo e morrendo em laboratórios no mundo, provoca o repúdio de ativistas que combatem a crueldade contra animais.